AMBIENTE

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VAMOS DESMONTAR ALGUNS MITOS SOBRE O IMPACTO AMBIENTAL

 

Os porcos produzem poucos gases de efeito estufa. E isso é absolutamente verdadeiro.

O peso da suinicultura nas emissões de gases com efeito de estufa em Portugal é de apenas 0,34% e no setor da pecuária de 5,25%.

A Suinicultura utiliza várias técnicas para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, através do armazenamento e tratamento do efluente, do aproveitamento do biogás e produção de energia e da valorização agrícola do efluente pecuário.

A Suinicultura implementou técnicas de otimização e uso eficiente da água, que permitiram uma redução do consumo de água em mais de 50% na última década.

O Setor da Suinicultura tem vindo a reduzir significativamente as suas emissões:

Redução de 23,2% das emissões de amoníaco por quilo de carne produzida entre 1990 e 2018, de acordo com o Inventário Nacional de Emissões publicado pela Agência Portuguesa do Ambiente;

Redução de 17,05% /Kg de carne produzida, das emissões de metano provenientes da gestão do efluente, no período 1990-2018;

Redução de 400% /Kg de carne produzida, das emissões de óxido nitroso provenientes do gestão do efluente, no período de 1990 a 2018:

Redução de 21,5% das emissões de gases com efeito de estufa através de uma gestão mais eficaz do efluente, entre 1998 e 2018.

Como é que se melhora a eficiência energética nas instalações de suínos?

A suinicultura tem vindo a racionalizar o consumo de energia, economizando e melhorando a eficiência energética das explorações.

É aliás, um setor de referência internacional na investigação energética.

Em Portugal, existem várias explorações de suínos que já operam com energias renováveis, como a solar térmica e fotovoltaica, que permitem melhorar o desempenho ambiental e reduzir o uso de energias fósseis.

A agricultura utiliza o efluente pecuário como fertilizante orgânico, adotando o conceito de economia circular, contribuindo para o fecho do ciclo dos nutrientes minimizando a pressão sobre os recursos naturais e de água doce e sobre os ecossistemas.

A Circularidade promove ainda a proximidade dos fertilizantes dos campos agrícolas, reduzindo assim, substancialmente a sua pegada ambiental.

O Programa Porcp.PT em Portugal, condiciona as deslocações dos animais, impondo distâncias mais reduzidas, privilegiando a economia de proximidade e reduzindo a pegada de carbono.

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